
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou nesta quinta-feira, 11, um manifesto em defesa da democracia e contra a ascensão do fascismo no Brasil, representada pelo candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL).
No texto, a Fenaj lembra que o Código de Ética do Jornalista Brasileiro estabelece, em seu artigo 6º, entre outras coisas, que o profissional deve “opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos”.
“A Federação Nacional dos Jornalistas sente-se na obrigação de alertar a categoria e a sociedade em geral para a verdadeira disputa atual: ou democracia, com todas as suas imperfeições, ou o autoritarismo de base militar, com todos os seus males”, diz a Fenaj.
Leia, abaixo, o o texto na íntegra:
Manifesto FENAJ sobre a eleição presidencial
É hora de escolher a democracia
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), representante máxima da categoria no Brasil, novamente se dirige aos/às jornalistas e à sociedade para defender a democracia e opor-se ao fascismo emergente. Em breve, o povo brasileiro vai voltar às urnas para eleger o novo presidente do país e não restam dúvidas de que a disputa não se dá entre dois projetos democráticos, mas entre uma candidatura que respeita a institucionalidade e o jogo democrático e outra que representa uma regressão política e até mesmo civilizatória.
O Código de Ética do Jornalista Brasileiro estabelece, em seu artigo 6º, como dever do profissional: “I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;(…) X – defender os princípios constitucionais e legais, base do estado democrático de direito; XI – defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;(…) XIV – combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.”
Portanto, além de um dever cívico, é também uma obrigação ética dos jornalistas posicionarem-se contra um candidato a presidente da República que faz apologia da violência, não reconhece a história do país, elogia torturadores, derrama ódio sobre negros, mulheres, LGBTIs, índios e pobres e ainda promete combater o ativismo da sociedade civil organizada. Esse candidato é Jair Bolsonaro, do PSL.
Propositadamente, ele faz uma campanha despolitizada, assentada em valores morais, família e religião; na disseminação de ideias como anticomunismo, racismo e intolerância à diversidade. Na verdade, representa os que, ainda hoje, não se conformaram com a redemocratização e com os avanços sociais ocorridos na última década. Bolsonaro representa os que temem a democracia e a organização do povo; fala em nome daqueles que não se incomodam com privilégios nem com a corrupção e que não se constrangem com o uso da força onde e quando julgarem necessário.
Como entidade representativa dos trabalhadores e trabalhadoras jornalistas, a FENAJ também chama atenção para o perigo da agenda de retrocessos nos direitos trabalhistas anunciada pelo candidato do PSL, que certamente aprofundaria ainda mais os retrocessos da contrarreforma trabalhista imposta à classe trabalhadora pelo governo Temer.
Do outro lado, temos a candidatura de Fernando Haddad. Sem cair na tentação de avaliar os governos do PT, podemos afirmar seguramente que o partido respeitou – e respeita – as instituições democráticas; apresenta-se para o debate público e submete-se à vontade soberana do povo, expressa nas urnas. Haddad não é, portanto, um extremista autoritário que apenas está no polo oposto, como querem fazer crer seus adversários políticos.
Assim, a Federação Nacional dos Jornalistas sente-se na obrigação de alertar a categoria e a sociedade em geral para a verdadeira disputa atual: ou democracia, com todas as suas imperfeições, ou o autoritarismo de base militar, com todos os seus males. A decisão, portanto, tem de ser no campo da política, com o debate público sobre o país e seu povo.
Em defesa da democracia!
Em defesa do Estado Democrático de Direito!
Em defesa dos direitos humanos!
Em defesa da soberania nacional e popular!
Brasília, 11 de outubro de 2018.
Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ.















Com apoio político em mais e 80 municípios, o candidato a deputado estadual Toca Serra esteve mais uma vez nesta reta final da campana no município e Turilândia, onde conta com o incondicional apoio do prefeito Alberto Magno. Ele tem cumprido agenda de campanha com o candidato a deputado federal Júnior Marreca Filho.
Durante o encontro de lideranças e candidatos no município da Baixada Maranhense, Toca Serra confirmou a dobradinha salutar que vem mantendo o agora candidato Júnior Marreca Filho, que substitui o deputado federal Júnior Marreca na corrida eleitoral. “Para mim é muito honroso ter apoio o prefeito Alberto Mango
“Tenho certeza que teremos uma expressiva votação aqui em Turilândia”, comentou o candidato Toca Serra após realizar mais uma carreata na cidade de Turilândia. O prefeito do Alberto Filho disse estar confiante na vitória dos dois candidatos.



Uma empolgante carreata no município de Porto Rico marcou a penúltima semana de campanha eleitoral no município da região dos Guarás, com participação do candidato a deputado estadual Marcelo Tavares, e do deputado federal e candidato à reeleição Rubens Pereira Júnior (PCdoB). A carreata teve início no povoado Remanso, seguindo depois para Rabeca, de lá até a sede.
A prefeita Tatiana Mendes recebeu os candidatos com o sentimento de retribuição aflorado. O deputado e candidato à reeleição Rubens Júnior e o ex-secretário de governo Marcelo Tavares foram dois grandes colaboradores para que a administração avançasse em áreas essenciais.
Do Governo do Estado, a prefeitura de Porto Rico recebeu nos dois últimos anos uma ambulância equipada para atendimento à população, patrulha agrícola que têm colaborado para alavancar a agricultura familiar, abertura do hospital de 20 leites, o programa mais Asfalto, e outras conquistas citadas pela prefeita . “Estamos pedindo agora que a população reconheça aqueles que estão do nosso lado.
Porto Rico acaba de receber mais de 100 km de asfalto serão aplicados na pavimentação de vias da zona rural do município. Segundo Rubens Junior algumas lideranças do município, como César, tem sido peças importantes na conquista de benefícios para Porto Rico.
Ex-secretário de governo nesta primeira estão do governador Flávio Dino e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Tavares aca que este período de campana transmite uma confiança. “Estamos chegando na reta final com confiança e determinação. Queremos continuar contribuindo com o governo Flávio Dino que deve ser reeleito para que o Maranhão continue avançando. Quero fazer um trabalho digno e confiante para população”, disse Tavares.
